Para variar um pouco…

29 08 2009

Salve, Salve galera,

Para variar um pouco e acrescentar um pouco de cultura no blog, não podemos nos esquecer das origens do contra-baixo moderno, o baixo é o elemento mais grave da família das cordas, como primos-irmãos estão o violão chello e o violino, aliás o violão moderno é um meio termo entre o chello e o violino.

Surgiu em meados do século XV tendo como Bach um dos primeiro a utiliza-lo em suas operas, no ultimo século foi o instrumento que mais recebeu renovações até chegar ao formato atual por volta dos anos 60 por ninquém menos que Fender, isso mesmo, o cara começou a fabricar contra-baixos elétricos e só depois ficou conhecido pelas guitarras.

É dessa época também os primeiros amplificadores, captadores e mesas de som, Fender também definiu a escala para demarcar as notas musicas, dividindo o instrumento em 24 casa com relação de 1 polegada e meia composto por 3 oitavas de E (Mi).

Bem o resto vocês já conhecem, aproveito para deixar um vídeo de um rapaz de nome impronunciável no bom e velho português mas com certeza muito fácil o povo do leste europeu, Gennady Krutikov, nem me perguntem como pronuncia até mesmo porque não faço a menor idéia, mas o dito cujo toca o 2º e o 3º ato da 9º sonfonia de Sir Ludwing Beethoven, aliás, gente boa demais.

PS: não sacaneiem o rapaz….

by Baixarel





Dando uma de Luthier, o inicio da saga

23 08 2009

Salve, Salve galera, agora vamos ao que interessa.

Sei que demorou mas finalmente chegou, conforme combinado e prometido, estou reformando um baixo elétrico já surrado pelo tempo e pelo trampo, como uma imagem vale mais do que mil palavras, vejam por si mesmos.

Ela era assim, vejam que tem diversas marcas de batida, está bem machucado e com o corpo marcado por alguns rabiscos:
Tosco de perfil

Corpo por inteiro, tá meio sujo:
Corpo

Detalhes dos riscos:
IMG_0791

Braço e cabeça, vejam que está bem machucado, espelho freatless, ou seja sem trates:
Braço e Cabeça

Bom até aqui tudo tranquilo, mas daqui para frente é que começam as mudanças, já desmontei ele todo e separei as peças de acordo com as funcionalidade em saquinhos individuais.

Minhas impressões:
– O fato dele estar a um tempo parado deixou ele com um cheiro de sugeira e de ferrugem, apesar de esta na moda usar máscara, gripe suína, optei por não usar;

- Muitos parafusos e porcas estão enferrujados, provavelmente vou dar um banho básico para elimina-la. O “básico” aqui entendesse por BASE ou ALCALINO já que a ferrugem vem de um processo de oxidação, isso é do tempo da escola quando a tia cótinha dizia “o elemento alcalino neutraliza o elemento ácido e vice-versa”, maiores detalhes dêem uma olhada na wikipedia;

- Meu sujei um pouco e acho que deveria ter cuidado dele melhor, hehehe;

- O antigo dono fez umas gambiarras, como colocar pedaços de régua, aquela mesma para desenhar linhas retas, embaixo dos captadores para deixa-los mais altos e melhorar a captação;

- O mesmo foi feito entre o braço e o corpo, mas pelo menos com pedaços de borracha, po um lado não machucou a madeira, mas por outro ele reduz a vibração, por ser benefico para o instrumento como um todo, já que a vibração pode gerar rachas e trincas;

- Sim a madeira que ele foi feito não é das melhores, ela é meio mole, como não tenho aptidão para marceneiro não faço a menor idéia do tipo de madeira que é;

- Por conveniência retirei os controles e os captadores na marra, ou seja, não desfiz as soldas e sim quebrei os fios, mas tudo isso porque tenho a intenção de trocar os captadores, talvez os controle permaneção os mesmos;

Chega de blábláblá, seguem as fotos do Tosco desmontado:

Cabeça já sem as tarrachas:
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Braço freatless, “um pouco” machucado:
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Corpo de frente já sem captadores e controles:
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Corpo de verso já sem o escudo:
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Todas as peças já separadas:
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Dando uma de Luthier, alguns detalhes que faltaram

23 08 2009

Antes de mais nada gostaria de agradeçes a todos aqueles que deixaram suas mensagens, desde aqueles que se interessaram até aqueles que falaram que sou louco, então gostaria de deixar claro alguns detalhes que acho que deixei passar batido.

1 – Este é meu segundo baixo, como não tenho costume de utiliza-lo muito, não pelo fato de ser de 4 cordas ou de ser freat-less, mas é que possuo um Golden de 6 cordas captação ativa, o que deixa a qualidade do reformado no chinelo;

2 – Tenho grande interesse e curiosidade em saber como as coisas funcionão, acho que todos nos somos assim, e sempre quis saber como os instrumentos funcionam, então achei essa uma ótima oportunidade para tal;

3 – Quando o comprei, a quase 10 anos, não pagei nem 100 contos, acho que foram 96 se não me engano, outro detalhe importante é que tem uma etiqueta bem grande nele escrito “Hecho en Uruguay”, ou seja, feito no Uruguay, o que o faz perder ainda mais credibilidade;

4 – Gostaria de compartilhar com todos esta minha experiência, alias, acho justo;

Ou seja, tenho a condição ideal para fazer o que estou pretendendo e sem medo de errar, arriscar é importante, com isso aprendo algo novo.

Já ia me esquecendo, e antes que alguém me lembre, n]ao tenho pretenção de viver disso, ou seja, ser um Luthier, pelo menos não agora mas vai que eu goste da coisa e começe a viver disso, nunca se sabe. Ao invés de falar “não tentem isto em casa”, “procurem um profissional” entre outras coisas, eu digo “façam em casa”, “não tenham medo de errar”, “peguem aquele violão velho da igreja do seu bairro e deixem ele animal”, como moro em São Paulo tenho de admitir que aqui algumas coisas são mais fáceis, entre elas, de conseguir um instrumento barato para fazer isso, mas que tiver a oportunidade sugiro fazer o mesmo e me procurem caso precisem de ajuda.

[]’s

by Baixarel





Lydia on Bass

23 08 2009

Salve, Salve galera.

Desculpa a demora nos posts, mas é que esta semana tive que comparecer alguns dias na faculdade, trampei até tarde e entre otras cositas más.

Mas vamos ao que interessa, há alguns meses achei o vídeo, no youtube, de uma mina tocando baixo que é um espetaculo a parte, sensacional, ótimo arranjo, ótima melodia, excelente técnica, mas não sabia que ela era.

Após pesquisar um pouco mais, achei o perfil dela no próprio youtube e também no MySpace, seu nome é Lydia, , a garota é Holandesa e tem como influência alguns dos grandes nomes da musica negra norte americana, incluindo Marcus Miller o rapaz do post abaixo, sua banda toca em quase absoluto R&B, Funk e Soul, mas agora deixa de enrolação e vamos ao que interessa, os vídeos:

Esse é o primeiro vídeo que vi da Lydia, ou L-Dia como quer ser chamada.

Infelismente a menina é meio marrenta e alguns vídeos ela não liberou para incorporar em outros sites, então seguem os links:
Lydia e sua banda, Heathrow
Perfil no Youtube
Perfil no MySpace
Perfil da banda no MySpace

É isso ai galera, deixem seu comentário e sugestões do que querem ver por aqui.

[]’s

by Baixarel





Marcus Miller – Slap Man

16 08 2009

Marcus Miller, totalmente sem palavras para este cara.
Gringo de Nova York cresceu no mundo da musica, tem um estilo bem swingado e donima o Slap como ninguém, faz até parecer fácil.

Deêm uma olhada, o cara se consagrou no Jazz mas tá vivo ainda.

Reconheço que o virtuosismo tem seu valor, mas o swingado tem uma outra expressão.





Reformando um Baixo – Dando uma de Luthier

16 08 2009

Tudo na vida se renova, então é tempo de renovar….

Tenho um contra-baixo, que nem sei a procedência, aliás está escrito Hecho en Uruguay nele, e desde que o comprei o batizei de TOSCO, imaginem só porque.

Mas o fato é que desde o inicio este foi meu segundo baixo, apesar de ser vagabundão até que gosto dele, aliás o comprei a uns 9 anos e não paquei R$ 100,00, acho que foi R$ 96,00.

Com o passar dos anos ele ficou cada vez pior e agora merece uma reforma, até ai tudo bem pois muitos musicos fazem isso, mas a diferença é que eu resolvi fazer por mim mesmo e pretendo colocar passo-a-passo na rede, só lembrando que nunca fiz isto antes.

Então acompanhem e vejam no que dá.

Deixem seu comentários.

by Baxarel





Baixistas pelo Mundo

15 08 2009

Alguém já houviu falaer em Zuzo Moussawer?

Na minha opnião é O melhor baixista do Brasil, apesar do marketing que ele faz de si mesmo sobre ter ganhado um concurso e ter sido classificado como o 2º melhor do mundo, no vídeo abaixo ele toca o baixo com grande maestria e excelente domínio da técnica que realiza, muito bom mesmo.

O cara tem alguns anos de rock no currículo, algo em torno de 25 para ser mais preciso, já tocou com grande bandas brasileiras, não adianta falar muito, tem de ver para crêr.

Segue também alguns sites sobre o cara:
Site oficial








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